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“Tratar da integralidade como exercício concreto é, então, tratar de dois temas fundamentais quando discutimos uma questão dessa natureza: ética e política” (Silva e Barros, 2010, p. 383). Sobre integralidade da atenção, os autores afirmam que I O tema é potente em promover transformações nas práticas que constituem o SUS.
II A integralidade como prática está colocada como desafio ou como método para se efetivar outros princípios do SUS, ou seja, universalidade do acesso e equidade dos serviços.
III A integralidade como princípio afirma todos os sujeitos do SUS como protagonistas e corresponsáveis pela produção de saúde.
As afirmações acima se encontram ordenadas, de cima para baixo, do seguinte modo: