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A configuração das relações intergovernamentais SUS visa concretizar a proposta de acesso universal, integral e equânime à saúde. Essa concepção é a base de uma arquitetura de organização federativa que combina um conjunto de competências comuns ou concorrentes com a alocação de competências específicas para cada esfera. De acordo com distribuição federativa de competências, são exemplos de competências específicas dos estados: