///
Dimenstein (2000) propõe uma reflexão sobre a prática do psicólogo na atenção básica em saúde. Para tanto, apresenta uma posição crítica sobre essa inserção. A partir da visão da autora, é possível afirmar que I A autora responsabiliza os cursos de graduação por desempenharem um papel fundamental na determinação de modelos de atuação extremamente limitados e inadequados à realidade sanitária do país.
II O psicólogo é fundamental na área da saúde, pois cabe a ele uma escuta qualificada dos problemas dos usuários do SUS.
III A psicologia na atenção básica cumpre uma função única da escuta subjetiva dos sofrimentos sociais.
IV A autora identifica, como um dos desafios para o psicólogo no campo da assistência em saúde, enfrentar a substituição do paradigma da clínica pelo da saúde pública, criando um novo modelo de atenção em saúde e de relação com o usuário.
São falsas as opções: