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“Eu perdi o meu medo, o meu medo da chuva Pois a chuva voltando pra terra traz coisas do ar. Apendi o segredo, o segredo da vida Vendo as pedras que choram sozinhas no mesmo lugar...”
Nos versos de Raul Seixas, acima, além da função poética da linguagem, outra função que se percebe é: