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Amor de índio
“Sim, todo amor é sagrado
E o fruto do trabalho é mais que sagrado, meu amor
A massa que faz o pão
Vale a luz do teu suor
Lembra que o sono é sagrado
E alimenta de horizontes o tempo acordado de viver
No inverno te proteger,
No verão sair pra pescar,
No outono te conhecer,
Primavera poder gostar
No estio me derreter
Pra na chuva dançar e andar junto
O destino que se cumpriu
De sentir teu calor e ser todo”
Beto Guedes e Ronaldo Bastos Ribeiro
Na construção da textualidade dos versos da canção “Amor de índio” de Beto Guedes e Ronaldo Bastos Ribeiro, pode-se afirmar que: