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“Ser feliz não é uma fatalidade do destino. É uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si. É ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da própria alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.”
Na produção de um texto, os sinais de pontuação permitem recuperar a coesão textual. O ponto empregado em “Ser feliz não é uma fatalidade do destino. É uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.” equivale ao seguinte coesivo: