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Menina de dez anos, com queixa de cefaleia há mais ou menos seis meses, sendo holocraniana, frequente, predominantemente ao final do dia, não aliviada pelo sono. A dor é de intensidade leve a moderada, não costuma interromper suas atividades habituais e é descrita como uma pressão, não apresenta náuseas, vômitos, fotofobia ou fonofobia. Mãe relata que percebeu início dos sintomas conjuntamente com processo litigioso de separação dos pais. Não existem antecedentes de vômitos cíclicos, dor abdominal ou vertigem. O diagnóstico mais provável é: