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Na avaliação multifatorial do grau de urgência, o grau de urgência é diretamente proporcional à gravidade, quanto à quantidade de recursos necessários para atender o caso, é perfeitamente possível quantificar a gravidade do caso pelo telefone, por meio de perguntas objetivas dirigidas diretamente ao paciente ou à pessoa que ligou solicitando ajuda, utilizando uma semiologia que será definida e abordada nos protocolos específicos. Sendo assim, existe uma classificação das urgências em níveis, realizada com o objetivo de facilitar o estabelecimento de prioridades entre os diferentes casos de urgência. Em vista disso, correlacione os níveis de urgência e emergência (1, 2, 3 e 4, a seguir) às definições que se aplicam a cada um deles (A, B, C e D, a seguir): (Nível 1) ( Nível 2) (Nível 3) (Nível 4)
(A) Urgência de prioridade mínima.
(B) Urgência de prioridade moderada.
(C) Urgência de prioridade baixa.
(D) Emergência ou Urgência de prioridade absoluta.