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Apesar do grande número de tentativas, os recursos científicos atuais ainda não conseguem reverter as expressivas alterações provocadas pela lesão da medula espinhal. O tratamento de reabilitação constitui o melhor recurso para que o paciente atinja, de acordo com seu potencial residual, o máximo de independência para o seu nível e grau de lesão e obtenha informações para alcançar uma melhor qualidade de vida. Fundamental ao terapeuta ocupacional é o perfil do paciente lesado medular a fim de traçar seu perfil ocupacional para a retomada das ocupações necessárias para a qualidade de vida. A maior parte dos lesados medulares são vítimas de traumas (ferimento por arma de fogo, acidente de trânsito, quedas, mergulho), sendo uma minoria por lesões não traumáticas (tumores, infecções e doenças degenerativas). A idade média dos pacientes é 30 anos com predominância maciça do gênero masculino. É correto afirmar sobre a lesão medular: