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Foi lá que, no fim de 1926, o escritor sentou numa rede por seis dias e, numa espécie de transe, concebeu “Macunaíma – O Herói sem nenhum caráter”, que viraria livro quase dois anos depois. “Resolvi escrever porque fiquei desesperado de comoção lírica, quando percebi que Macunaíma era um herói sem nenhum caráter”. Outros pedaços da bricolagem que é Macunaíma foram colhidos de livros, contos, lendas, mitos e canções do folclore brasileiro.
Ainda não é dessa vez que os fãs do autor de “Grande Sertão: Veredas” terão acesso à biografia desse artista lançada em 2008 por Alaor B. dos Santos e imediatamente cassada pela família do escritor. Agora é o próprio Alaor quem faz ressalvas: de acordo com ele, o livro só volta às prateleiras depois de passar por modificações do texto, processo que ainda não tem previsão de conclusão.
Os textos a seguir revelam aspectos da cultura brasileira de muito significado.
O homenageado da FLIP 2015 e autor da obra mencionada no Texto I, e o biografado e autor da obra mencionada no Texto II são, respectivamente,