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Menina de treze anos foi encaminhada por apresentar Epilepsia Refratária. Crises iniciaram há dois anos e não responderam a nenhum tratamento farmacológico. Sua família tem um relacionamento conturbado e há forte suspeição de maus-tratos e de abuso sexual por parte do padrasto. Mãe mostra um vídeo de uma das suas crises onde se observam os seguintes detalhes: movimentos em báscula da bacia como se estivesse copulando; grunhidos e movimentos alternantes da cabeça; pálpebras semicerradas e trêmulas e mãos fechadas.
Qual é a melhor conduta frente a esta descrição?