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Desespero
Não há nada mais triste do que o grito de um trem no silêncio noturno. É a queixa de um estranho animal perdido, único sobrevivente de alguma espécie extinta, e que corre, corre, desesperado, noite em fora, como para escapar à sua orfandade e solidão de monstro.
in: Mário Quintana. Sapo Amarelo. São Paulo: Global.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) feitas sobre o texto.
( ) O autor do texto usa linguagem conotativa.
( ) O autor do texto refere-se ao trem de forma subjetiva.
( ) O texto revela emoções do autor e pode despertar emoções naquele que o lê.
( ) Todo trem é sempre triste ao percorrer seus trilhos.
( ) Todo monstro é órfão tal qual o trem.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.