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Durante uma aula de Geografia com uma turma do 9º ano do Ensino Fundamental, o professor propôs uma atividade a partir de uma reportagem sobre uma pesquisa da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). A notícia destacava que o relevo não deve ser visto apenas como uma paisagem estática, mas como um “arquivo geográfico” que revela a história da ocupação humana e fornece informações essenciais para o planejamento urbano futuro.
Após a leitura, o professor instigou os alunos a refletirem sobre o caso de Pelotas (RS), onde a expansão urbana desconsiderou as características naturais do relevo, resultando em alagamentos e outros problemas socioambientais. Em seguida, pediu que os estudantes discutissem o papel do conhecimento geográfico sobre o relevo no planejamento sustentável das cidades.
Com base nessa situação, a prática pedagógica do professor está mais alinhada a uma abordagem que