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É uma mistura dos ingredientes do tratamento da folha, além de tinta e cola. A água usada na fabricação do papel não evapora por completo até o momento de embalar o livro.
Dessa forma, quando abrimos um exemplar novo, sua umidade é liberada junto com compostos voláteis (ou seja, que evaporam com facilidade). Alguns exemplos são o carbonato de cálcio, utilizado para deixar o papel opaco, e as fibras de celulose. São eles que nossas narinas percebem como perfume “bibliotesco”. A tinta também contribui: a mais usada na impressão é a offset, à base de resina ou óleo. A cola entra na mistura olfativa, mas com menor influência. Seu processo de endurecimento (chamado “cura” da cola) acontece mais rápido, então não sobram muitos compostos a serem liberados quando o livro sai do plástico. E é claro: o aroma depende do processo pelo qual ele passou. Dois livros que usam papéis diferentes, por exemplo, não têm o mesmo cheiro.
Segundo o texto, o cheiro de livro novo tem como principal causa geral: