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Durante auditoria no sistema de abastecimento farmacêutico de um hospital público, constatou-se que diversos medicamentos classificados como Classe A (responsáveis pela maior participação no valor total de consumo) apresentavam sucessivas rupturas, mesmo havendo estoque de segurança previamente definido e registrado nos relatórios de gestão. A análise dos documentos revelou que os intervalos de reposição e o ponto de pedido variavam significativamente entre ciclos de compra, sem justificativa técnica. Considerando os princípios técnicos de gestão de estoques aplicados à Assistência Farmacêutica, qual é o fator de gestão mais provável e direto para a ocorrência dessas rupturas, especialmente em itens de alta criticidade (Classe A)?