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No final dos anos 1950, surgiu uma forma de expressão artística que combina artes visuais e um teatro sui generis, sem texto nem representação. Nessa prática, diferentes materiais e elementos são orquestrados para aproximar o espectador, que participa da cena. Os eventos apresentam estrutura flexível, sem começo, meio ou fim; improvisações conduzem a ação, ritmada pelo acaso e pela espontaneidade. Ocorrem em tempo real e em espaços variados como ruas, recusando convenções artísticas. Não há enredo definido, apenas palavras sem sentido literal e não há separação entre público e “atores”, que podem ser pessoas presentes no local, sem necessariamente serem profissionais da área (Enciclopédia Itaú Cultural de Termos). Essa forma de arte é chamada de: