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No ultrassom utilizado na fase inflamatória, o fato de o ultrassom afetar a resposta dos macrófagos, que são as células dominantes durante a fase de inflamação, explica, em parte, a sua efetividade. Como forças geradas pelas correntes acústicas alteram a permeabilidade da membrana da plaqueta, há liberação de serotonina. Além disso, pode haver a degranulação dos mastócitos, liberando histamina para os tecidos circunjacentes. O aumento do cálcio iônico, que funciona como um sinal intracelular para estimular a síntese e a secreção de proteínas e, assim, uma resposta metabólica apropriada, ocorre principalmente com o uso de ultrassom: