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É bastante comum que a atividade fisioterapêutica seja associada a questões motoras, como lesões, fraturas, reabilitações físicas em geral. O que poucos sabem é que a fisioterapia está presente em praticamente todos os setores de um hospital. Aliás, a atuação deles é obrigatória em Unidades de Terapia Intensiva, por exemplo, realizando ventilação mecânica, prevenção de doenças circulatórias, dentre outros cuidados.
De acordo com a supervisora da equipe de fisioterapia do Hospital Odolino Silvestre (trata-se, candidatos, de um nome fictício utilizado para evitar a veiculação de qualquer propaganda neste texto, porém as informações de cunho clínico e científico que nele constam são relevantes), Jenifer Vilela Melo, pode-se dizer que a fisioterapia é importante no manejo de qualquer tipo de patologia, desde uma doença neurológica, ortopédica ou até mesmo respiratória. “Temos um campo vasto de atuação, tanto que quando você vai se especializar em algo na fisioterapia, há muitas especializações, até mesmo na área dermatológica”, diz.
Faz uso dos protocolos de trombose venosa profunda e tromboembolismo pulmonar o Odolino Sivestre, que podem ocorrer em alguns pacientes caso fiquem muito tempo acamados. Isso exige procedimentos como a deambulação, que consiste em andar com o paciente no corredor após uma cirurgia. Esse trabalho de prevenção é multidisciplinar, portanto, é acompanhado por profissionais de diferentes áreas.
Para atuar em hospitais, o fisioterapeuta precisa ter, obrigatoriamente, uma pós-graduação. “A diferença também está aí: o fisioterapeuta se forma na faculdade e pode trabalhar em uma clínica, mas ele não pode trabalhar em um hospital, precisa ter uma formação específica. Todos os profissionais que trabalham no Odolino têm esse título de especialistas em alguma área específica da fisioterapia”, ressalta Jenifer.
Outro importante diferencial do referido hospital está no atendimento ambulatorial em fisioterapia. Mais do que cômodo, o serviço permite um melhor acompanhamento do paciente, especialmente aqueles que passaram por cirurgias. “O Odolino tem esse diferencial: o paciente vai embora, mas pode retornar e continuar fazendo fisioterapia aqui dentro. Como está no hospital, o profissional do ambulatório tem acesso ao prontuário, ao médico, se tiver alguma dúvida pode perguntar. É bacana isso, porque o paciente tem a continuidade do tratamento”, reforça Jenifer.
A fisioterapeuta lembra que a reabilitação é um trabalho contínuo para que sejam obtidos resultados satisfatórios. A interrupção do tratamento adequado pode gerar sequelas motoras, respiratórias, dentre outras consequências.
O termo “Aliás” (l. 03) é classificado morfologicamente como advérbio de: