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Comunicação agressiva
Por Renata Gama
Quando pensamos em agressividade normalmente vem a nossa mente agressões físicas. Mas esquecemos, muitas vezes, daquele famoso ditado popular: “palavras doem mais do que um tapa”. Será que muitas vezes, na correria do nosso cotidiano, mesmo que de forma automática e sem intencionalidade, não acabamos sendo agressivos na nossa comunicação? Seja em nossos relacionamentos pessoais ou profissionais, é muito importante estarmos atentos à forma que falamos com as pessoas, para não termos uma comunicação violenta, o que pode nos causar problemas de relacionamento e de convivência.
Para você saber se está praticando uma comunicação agressiva, fique atento no que caracteriza esse tipo de comunicação:
Não escuta: a pessoa preocupa-se apenas em transmitir sua mensagem, sem ouvir e prestar atenção com quem está se comunicando.
Ausência de empatia: o indivíduo que se comunica de forma agressiva não presta atenção e não tem muita preocupação com os efeitos que sua mensagem pode ocasionar na outra pessoa.
Irrita-se com facilidade: não tem muita paciência com as pessoas achando que, muitas vezes, algumas coisas são óbvias e que não precisam ser ditas.
Tom de voz alterado e gestos violentos: a comunicação agressiva também pode se manifestar por meio de elementos não verbais, corporais de atitude, entonação e expressões faciais.
Para fugir desse tipo de comunicação, invista na comunicação não violenta, que é baseada em quatro pilares: Observação: observe sem julgar ou avaliar; Sentimento: identifique o sentimento envolvido na situação; Necessidade: encontre qual a necessidade está envolvida naquele momento; Pedido: realize de forma clara seu pedido.
Lembre-se: a mesma frase pode ser dita de diversas maneiras. Foque sempre em comunicá-la com inteligência emocional e empatia, praticando a comunicação não violenta.
Assinale a alternativa que apresenta a ordem alfabética correta das seguintes palavras (todas retiradas do texto).