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Brasileiros apontam salário como o principal motivo para trocar de emprego, diz estudo Por Luiza Palermo Em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, é natural que os trabalhadores se questionem sobre a sua valorização profissional e se a sua remuneração está dentro do mercado. No Brasil, o salário é o principal fator que leva as pessoas a mudarem de emprego, segundo um estudo divulgado pela consultoria de recursos humanos Michael Page. De acordo com a pesquisa, 84% das 6.647 pessoas consultadas apontaram o salário como o principal motivador para aceitar uma nova oportunidade de emprego. Além disso, 71% dos entrevistados indicam que o salário é o elemento mais importante no emprego atual, sendo que 39,9% das pessoas, mesmo empregadas, estão em busca de novas oportunidades. Por outro lado, o estudo, que também ouviu 3.844 empresas — a maioria com operações no Sudeste do país, aponta que 37,6% das companhias não planejam aumentos salariais em 2024. Na busca de uma nova oportunidade de emprego, Fernando Lamounier, educador financeiro e diretor da Multimarcas Consórcios, avalia que o profissional deve ter um planejamento financeiro eficaz. “A __________ de gastos nessa situação prepara a pessoa para longos períodos, evitando futuros __________, já que ao trocar de empresa normalmente fica-se sem salário por um mês”, afirma Lamounier. O salário não é o único fator que influencia nas escolhas de mudança de empresa do trabalhador. A pesquisa aponta que o segundo motivo de mais interesse nos profissionais na hora de trocar de emprego é a flexibilidade no trabalho. Para 82% dos profissionais, a semana de quatro dias úteis aumentaria seu conforto e felicidade, e 61% das empresas acreditam que aumentaria a produtividade. Segundo o CEO da 4Life Prime Saúde Ocupacional, a flexibilidade está ligada diretamente à saúde mental e ao __________ do colaborador. “Hoje, a maior parte das demissões ocorre por conta da produtividade. E não podemos falar de métricas sem falar do esgotamento mental. Um colaborador que sofre de doenças, como ansiedade, depressão e estresse, tende a ter um turnover (taxa de rotatividade) muito menor em relação aos outros”, afirma o especialista. Na análise de desempenho de cada entrevistado, 46% se consideram mais produtivos trabalhando em casa, mas 42% das empresas não monitoram a produtividade no modelo remoto. “Quando falamos de saúde ocupacional, a principal dúvida é se, de fato, os funcionários vão utilizar essa folga para descanso e se as demandas vão ficar equilibradas nos outros dias. Com entregas acumuladas, o estresse pode se transformar em algo maior e desencadear outras doenças. Os gestores precisam ficar atentos a todos os detalhes”, explica Araujo.
Analise as seguintes assertivas sobre a síntese dos parágrafos do texto:
I. No segundo parágrafo, aparecem pela primeira vez no texto os percentuais referentes ao estudo divulgado pela consultoria de recursos humanos Michael Page.
II. No quinto parágrafo, entre aspas, há uma fala da autora do texto.
III. No sexto parágrafo, são compartilhados apenas dois resultados do estudo divulgado pela Michael Page, os quais se referem ao posicionamento das empresas a respeito do trabalho remoto.
Quais estão corretas?