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De acordo com Moraes (2015), um determinado movimento na história do serviço social latino-americano, deflagrado em 1965, contribuiu para a conquista do estatuto de intelectual do assistente social, ou seja, a capacidade de reivindicar atividades de planejamento para além dos níveis de intervenção microssocial, tendo assentado as bases para a formação profissional continuada. Esse movimento é conhecido como movimento de: