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Por isso, em paralelo aos esforços para lidar com as defasagens, é necessário dedicar tempo para saber o que os estudantes viveram e como se sentem. “A gente nunca sabe pelo que a outra pessoa está passando. Não podemos considerar que está tudo bem por ela estar de volta à escola”, diz a psicóloga. Rafael lembra que quando era coordenador só “apagava incêndios” envolvendo conflitos. Foi assim que surgiu a ideia de criar um plano de convivência e desenvolver uma cultura de harmonia e escuta. Após realizar muitos estudos e assumir a posição de vice-diretor, ele apresentou o projeto à equipe docente. O plano de convivência, como consta no documento, é “um conjunto de ações que busca construir um ambiente escolar com relações mais saudáveis, atuando na construção de um comportamento ético, baseado em princípios, por meio da intervenção educativa no conflito”. O documento deve atender às necessidades e à realidade de cada escola.
Considere as assertivas que seguem a respeito de orações que ocorrem no fragmento acima:
I. O fragmento sublinhado na (l. 01) do trecho acima é uma oração principal.
II. A oração assinalada em negrito (l. 05) classifica-se com subordinada adverbial temporal.
III. A oração sublinhada e em itálico marcada entre as linhas 10 e 11 classifica-se como subordinada substantiva completiva nominal reduzida de gerúndio.
Quais estão corretas?