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Em paralelo à atuação das equipes de ajuda, os educadores também interferem em conflitos que requerem mediação. Nesse momento, acontece uma escuta conjunta de todas as partes. “Sento com os envolvidos, peço que respeitem a fala do outro e faço perguntas para que contem o que sentiram. O acordo ou a solução é dado por eles”, detalha o vice-diretor. Em casos de bullying, esse momento é realizado de forma individual. Juliana Melchioretto, professora de 1º e 2º ano dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental na EM Vendelim Schweitzer, em Luiz Alves (SC), tem percebido que as crianças estão mais inseguras. No entanto, este ano, com o passar das semanas, estão ganhando mais confiança e voltando à rotina. “Em 2021, foi bem puxado. Elas estavam com muito medo de estar com os colegas, de brincar”, observa. Essa maior sensibilidade gera uma carga de estresse que, em alguns casos, resulta em episódios de raiva. “Estouram mais facilmente com os amigos, não sabem o que fazer e nem o motivo de se sentirem assim. Entendemos que é uma consequência: a insegurança gera agressividade”, relata a alfabetizadora.
No que tange à regência e ao uso da crase, avalie as afirmações que seguem, assinalando V, se verdadeiro, ou F, se falso.
( ) A substituição de atuação por desempenho na (l. 01) provocaria alteração quanto ao uso da crase, visto que o vocábulo proposto não admite o uso do artigo definido feminino.
( ) Ao se trocar a palavra requerem (l. 02) por precisam seria obrigatória a inserção de uma preposição imediatamente à ocorrência desse verbo, a fim de atender exigência relacionada à regência.
( ) Na linha 09, a expressão assinalada em negrito recebe a crase por se tratar de uma locução adverbial cujo núcleo é feminino.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: