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O Setembro Amarelo começou nos Estados Unidos quando o jovem Mike Emme de 17 anos cometeu suicídio, em 1994. Mike era um rapaz muito habilidoso e restaurou um automóvel Mustang 68, pintando-o de amarelo. Por conta disso, ficou conhecido como "Mustang Mike". Seus pais e amigos não perceberam que o jovem tinha sérios problemas psicológicos e não conseguiram evitar sua morte. No dia do velório, foi feita uma cesta com muitos cartões decorados com fitas amarelas, assim como o carro pintado por ele. Dentro deles tinha a mensagem “Se você precisar, peça ajuda”. A iniciativa foi o estopim para um movimento importante de prevenção ao suicídio, pois os cartões chegaram realmente às mãos de pessoas que precisavam de apoio. Em consequência dessa triste história, foi escolhido como símbolo da luta contra o suicídio o laço amarelo.
No Brasil, teve início em 2015 e, de 1 a 30 de setembro, a campanha é dedicada à prevenção ao suicídio. Durante esse mês, alguns locais famosos em nosso país são decorados com a cor amarela: já foram iluminados de amarelo o Cristo Redentor, o Congresso Nacional, a Catedral e o Paço Municipal de Fortaleza, por exemplo.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 32 pessoas se suicidam por dia no Brasil, o que significa que o suicídio mata mais brasileiros do que doenças como a AIDS e o câncer. O assunto é bastante polêmico, por isso a organização da campanha acredita que falar sobre o tema é uma forma de entender as pessoas que passam por situações que levam a ideias suicidas, podendo assim aumentar as chances de ajudá-las mais rapidamente.
As situações que levam a esse fim podem surgir de quadros de depressão, bem como do consumo de drogas. É por isso que “Falar é a melhor solução” é o slogan da campanha, pois acredita-se que conscientizando as pessoas é possível evitar 9 em cada 10 tentativas de suicídio.
De acordo com o texto, é correto afirmar que: