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Os guarda-vidas estão sempre a postos em suas guaritas para qualquer emergência, mas os veranistas que seguirem as explicações e as orientações abaixo enfrentarão menos riscos ao aproveitar os dias de descanso à beira do mar.
Dica 1: Respeite as bandeiras posicionadas na água e nas guaritas dos guarda-vidas e observe as cores e seus significados. Bandeira preta: risco de morte; bandeira vermelha: perigo no mar. A bandeira preta na água demarca a área onde pode ter buracos, pedras ou corrente de retorno (o “repuxo”), que se torna uma armadilha para o banhista.
Dica 2: Não entre no mar com objetos flutuantes Colchões e outros tipos de equipamentos causam a falsa sensação de segurança na água, mas facilmente uma onda pode separar o banhista do colchão de ar, colocando-o em uma situação de risco de afogamento.
Dica 3: Não deixe as crianças sozinhas na praia e no mar. Pais e responsáveis devem manter 100% do tempo em vigilância, principalmente no mar.
Dica 4: Não pense que você é o melhor nadador. O maior número de afogamentos ocorre com os banhistas que acreditam que têm a melhor capacidade ou habilidade para nadar ou para flutuar e acabam ultrapassando os limites de segurança no mar. Ao se deparar com muitas ondas ou correntes de retorno, eles não conseguem mais sair e se transformam em vítimas.
Dica 5: Se beber, não entre no mar. Pessoas que ingerem bebida alcoólica acabam sendo mais imprudentes e se arriscam mais. O problema é que, dentro do mar e pela condição do uso do álcool, elas não terão mais a mesma resistência física para sair de uma corrente de retorno ou de um buraco. A mesma regra que vale para o trânsito (se beber, não dirija), vale para a água: se beber, não entre na água.
O texto tem o objetivo de: