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No que se refere ao mapeamento da área de atuação do Agente Comunitário em Saúde (ACS), ressalta-se que trabalhar com território implica em um processo de coleta e sistematização de dados demográficos, socioeconômicos, políticos, culturais, epidemiológicos e sanitários, identificados por meio do cadastramento e interpretados e atualizados periodicamente pela equipe. Não se deve esquecer que o mapa retrata o território em que acontecem mudanças, portanto, ele deve ser dinâmico e inteligente e, constantemente, atualizado. O ACS deve sempre ter a cópia do mapa de sua microárea para facilitar o acompanhamento das mudanças na comunidade. Nesse mapa, o agente deve:
I. Marcar barreiras geográficas que dificultam o caminho das pessoas até os serviços de saúde (rios, morros, mata cerrada etc.).
II. Identificar com símbolos situação de risco.
III. Identificar com símbolos os grupos prioritários: gestantes, crianças menores de cinco anos, idosos, hipertensos, diabéticos, pessoas acamadas, pessoas com deficiência, usuário de drogas, pessoas com hanseníase, pessoas com tuberculose etc.
Quais estão corretas?