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A cinesioterapia é um dos pilares dos recursos da fisioterapia. Nesse âmbito, exercícios resistidos são parte integrante do processo terapêutico em diferentes condições a serem prevenidas ou tratadas pelo fisioterapeuta. Sobre os determinantes e as correlações que influenciam a geração de tensão pelo músculo esquelético quando submetido a exercícios resistidos, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Área de secção transversa e tamanho do músculo.
2. Relação comprimento-tensão do músculo no momento da contração.
3. Arranjo e comprimento das fibras.
4. Recrutamento de unidades motoras.
5. Distribuição dos tipos de fibras tipo I e tipo II no músculo.
Coluna 2
( ) O músculo é capaz de produzir maior tensão quando está na posição fisiológica de repouso, ou mais próximo dela, no momento de realizar a contração.
( ) Fibras curtas e com desenho de pena e multipenados estão mais presentes em músculos que produzem forças elevadas. Já fibras longas e paralelas estão mais presentes em músculos com alta capacidade de encurtamento, porém, menor produção de força.
( ) Músculos com alta porcentagem de fibras do tipo I possuem maior resistência à fadiga e menor produção de força, ao passo que músculo com alta percentagem de fibras do tipo II apresentam rápida produção de forças elevadas e fadigam com maior velocidade.
( ) Quanto mais largo for o diâmetro de determinado músculo, maior será a sua capacidade de produzir tensão.
( ) Quanto maior for o número de unidades motoras ativadas e maior for a sincronização dos disparos delas, maior será a produção de força, bem como quanto maior for a frequência de disparo, maior a tensão gerada.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: