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“A afirmação da(s) identidade(s) surda(s), por conseguinte, não decorre imediata e inexorável da condição biológica do não ouvir (da surdez inscrita no corpo); antes, funda-se em uma série de pressupostos políticos e culturais (e, por isso, históricos) que permitem aos sujeitos surdos novas, e possíveis, representações, significações e categorias sociais”. (STROBEL, 2008). Sobre a educação de pessoas com surdez, é INCORRETO afirmar que: