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Ao longo da história da filosofia, um dos problemas centrais da estética foi definir o que é arte. Relativamente às definições essencialistas de arte – definições que propõem que existem propriedades essenciais comuns a todas as obras de arte – relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Teoria da arte como imitação.
2. Teoria da arte como expressão.
3. Teoria da arte como forma significante.
Coluna 2
( ) Oferece um critério de valoração das obras de arte que nos possibilita distinguir facilmente as boas das más obras de arte. Nesse sentido, uma obra de arte seria tão boa quanto mais se conseguisse aproximar do objeto representado.
( ) Não considera como sendo objetos artísticos aqueles que não representam nada ou não são figurativos.
( ) Deslocava para as emoções do artista, ou criador, a chave da compreensão da arte.
( ) Costuma exprimir-se com frases como “Este quadro é uma verdadeira obra-prima devido à excepcional harmonia das cores e ao equilíbrio da composição”, ou como “Aquele livro é excelente porque está muito bem escrito e apresenta uma história bem construída apoiada em personagens convincentes e bem caracterizadas”.
( ) Uma teoria como esta manifesta-se frequentemente em juízos como “Este é um livro exemplar em que o autor nos transmite o seu desespero perante uma vida sem sentido” ou como “O autor do filme filma magistralmente os seus próprios traumas e obsessões”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: