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A política social é uma matéria fundamental na formação profissional dos assistentes sociais, uma vez que, na cotidianidade, os profissionais são chamados a intervir nos processos, desde a formulação, passando pela gestão e a operacionalização das políticas públicas. O desafio de refletir sobre a política social no contexto da crise capitalista implica em reconhecer quais são as consequências e condições contemporâneas para o exercício profissional no âmbito das políticas sociais. Analise as assertivas abaixo, verificando quais sinalizam as graves implicações desses processos para o trabalho profissional, segundo Behring.
I. Do ponto de vista físico, há toda sorte de dificuldades, no âmbito da implementação de políticas pobres para os pobres, focalizadas e residuais, considerando o (des)financiamento em curso e a concepção focalista em vigor.
II. No cenário de crise do capitalismo, encontra-se a tendência de uma redefinição do próprio trabalho profissional, reduzido ao plantão de emergência, à ambulância que tenta salvar as vítimas do ajuste e ao monitoramento da terceirização do trabalho desprofissionalizado, realizado junto aos usuários por ONGs e congêneres.
III. A autora exalta com otimismo as políticas de transferência de renda em curso no Brasil que, segundo ela, garantem um processo redistributivo, pois têm um impacto imediato importante na vida das populações pobres.
Quais estão corretas?