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A noção de pobreza, historicamente, já foi representada por vários estereótipos sociais e preconceitos, sendo o pobre identificado como preguiçoso, malandro, indolente e até coitado. Nesse sentido, é importante que o assistente social compreenda que a criminalização da pobreza impõe inúmeros desafios ao exercício profissional e a necessidade de transpor a imagem do pobre como: