///
Tempos de paz
Que fazer quando as necessidades ou desejos das pessoas parecem não se harmonizar?
Pode haver discussões, palavras irritadas, silêncios – ou até mesmo brigas.
Isso pode durar muito tempo ou pouco tempo. Até um dos lados ganhar. Até conseguir o que quer ou precisam e o outro lado desistir.
Aí, a paz se interrompe.
Mas pode acontecer algo completamente diferente. Um outro tipo de discussão em que ambos os lados explicam o que querem ou precisam e por que razão… Em que um escuta o que o outro tem a dizer. Em que trabalham juntos na solução do problema, de modo que ambos os lados possam ter aquilo que querem ou precisam – pelo menos em parte.
Às vezes, pessoas alheias ao problema podem ajudar a resolvê-lo. Dizer se um dos lados está sendo injusto ou infringindo as regras do debate.
Podem sugerir maneiras de resolver o problema de modo que a paz não se interrompa.
E às vezes, entre dois caminhos inconciliáveis, pode-se encontrar um terceiro caminho. Diferente do que a princípio se queria ou precisava. Mas bom para ambos os lados.
O terceiro caminho talvez até seja melhor para todos! E o conflito pode ser o começo de algo novo, bom.
(SCHOLES, Katherine; INGPEN, Robert. José Paulo Paes (trad.) Tempos de paz. São Paulo: Global, 2002. p. 18 a 20. Disponível em: global@globaleditora.com.br)
De acordo com o texto Tempos de paz, escreva V para a(s) afirmativa(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s):
( ) “Alheias” (no sexto parágrafo) é sinônimo de “intrometidas, implicantes”.
( ) O primeiro parágrafo traz uma pergunta que o texto procura responder de forma positiva.
( ) A conjunção “mas” inicia o quinto parágrafo com uma ideia contrária ao parágrafo anterior.
( ) “Injusto” (sexto parágrafo) é antônimo de “justo”. “Inconciliáveis” (oitavo parágrafo) é antônimo de “conciliáveis”.
( ) No sexto parágrafo, “infringindo as regras do debate” quer dizer “descumprindo as regras do debate”.
A alternativa correta é: