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Conforme o Ministério da Saúde, no pós-tratamento do câncer de mama, o seguimento clínico deve ser individualizado. A depender do diagnóstico, do estadiamento e da terapêutica realizadas, muitas pacientes permanecerão indefinidamente com risco de complicações relativas ao tratamento, como também com risco de recorrência local/sistêmica. A respeito das avaliações realizadas nesse período, sabe-se que a quimioterapia pode causar danos à função ovariana ou como efeito colateral da terapia endócrina, daí a necessidade de avaliar