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“A crise climática é também humanitária e tem impacto direto na vida das populações negras, quilombolas e indígenas! [...] Uma vez que os mais ricos ocupam zonas arborizadas e cuidadas, [...] para os mais pobres é perversamente destinado ocupar as áreas marcadas por constantes deslizamentos e alagamentos no período chuvoso, escancarando o racismo ambiental presente na cidade (Recife), que culminou nas mais de 130 mortes ano passado (2022) [...].”
A afirmativa de que “a crise climática é também humanitária”, conforme apresentado na matéria, indica que