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“A estrutura organizativa e a tradição gerencial dos hospitais brasileiros os têm tornado organizações burocráticas, autoritárias e centralizadoras. Estas características têm sido apontadas como relevantes na produção de uma série de problemas, como a oferta de assistência impessoal e fragmentada, a indefinição de vínculos entre usuários e profissionais, o que produz baixa responsabilização e descompromisso, fragmentação do trabalho e insatisfação dos trabalhadores, e também dos usuários.”
Para tentar solucionar esses problemas, algumas pistas metodológicas foram propostas:
I. Ampliar a experiência democrática na gestão dos hospitais.
II. Ampliar a experimentação de ação clínica mais compartilhada e corresponsabilizada entre os trabalhadores que se encontram em situação de trabalho.
III. Desenvolver estratégias de inclusão dos usuários e da sua rede sociofamiliar nos processos de cuidado.
IV. Ampliar e qualificar a presença, inserção e responsabilização do hospital na rede de saúde.
De acordo com o Caderno Humaniza-SUS, volume de Atenção Hospitalar, estão corretas as soluções propostas nas pistas: