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A história tornou-se científica ao fazer a crítica dos documentos a que se chama “fontes”. Paul Veyne disse [1971] que a história devia ser “uma luta contra a ótica imposta pelas fontes”, que os “verdadeiros problemas de epistemologia histórica são problemas de crítica”, e que o centro de toda reflexão sobre o conhecimento histórico é o que dele fizeram as fontes” (p. 265-266). [...] é preciso saber que questões devem ser levantadas, que problemáticas estão ultrapassadas.
O papel do professor de história ao “ensinar” sua disciplina não deve ser o de induzir o aluno a: