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Com o avanço das tecnologias de automação e a crescente digitalização de processos, a inteligência artificial (IA) passou a ocupar papel de destaque em diversas áreas. Seja na medicina, na indústria, no setor jurídico ou mesmo na gestão pública, algoritmos inteligentes têm sido aplicados para otimizar decisões, automatizar tarefas repetitivas, analisar grandes volumes de dados e até mesmo simular o raciocínio humano em determinadas situações. Apesar dos benefícios, o uso de IA também levanta questões éticas, como viés algorítmico, transparência das decisões automatizadas e impacto no mercado de trabalho. Para atuar nesse cenário, é fundamental compreender os conceitos básicos da IA, seus tipos, aplicações práticas e limitações.
A inteligência artificial fraca é capaz de tomar decisões autônomas em contextos diversos, com raciocínio semelhante ao humano, mesmo sem programação específica para cada tarefa.