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M.L.G., sexo feminino, 54 anos, procura a farmácia da Estratégia de Saúde da família de referência muito exaltada e entra na sala de espera furiosa, gritando que ela não tinha epilepsia não e que o médico tinha prescrito medicamento errado para o tratamento de ansiedade. A farmacêutica pede calma a paciente e direciona ela para consulta farmacêutica. Na consulta ela mostra cartelas de clonazepam 2 mg que havia retirado na unidade há alguns dias e a receita onde estava prescrito um comprimido a noite, relata que somente hoje foi ler a bula do medicamento e notou que a indicação era para epilepsia e que o médico tinha falado que ela tinha ansiedade, diz que está muito preocupada já que estava todos esses dias tomando um medicamento errado.
Considerando o uso do clonazepam, assinale a alternativa correta.