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Um paciente de 59 anos de idade, alcoolista e tabagista, apresenta emagrecimento involuntário de 20 kg nos últimos quatro meses. Ele comparece à consulta queixando-se de fraqueza e disfagia. Após realizar uma endoscopia digestiva alta com biópsia, no esôfago, foi diagnosticado carcinoma de células escamosas. Em relação a patologias esofágicas, julgue os itens a seguir.
55. O tabaco e o álcool são importantes fatores de risco para o carcinoma de células escamosas e têm um efeito sinérgico nesse risco.
56. Ao longo dos últimos 20 anos, a incidência de adenocarcinomas de esôfago aumentou drasticamente, com um declínio concomitante da incidência do carcinoma de células escamosas.
57. O carcinoma de células escamosas aparece mais em esôfago distal e na junção gastroesofágica; já o adenocarcinoma é mais comum nos terços superiores e médios do esôfago.
58. Os tumores em estágios iniciais são frequentemente sintomáticos e são descobertos durante uma endoscopia para investigar esses sintomas.
59. Tumores de células escamosas são mais sensíveis à quimiorradioterapia do que os adenocarcinomas.
60. Os tumores classificados como T1a invadem a mucosa, e os tumores classificados como T1b invadem a submucosa.
61. O carcinoma de células escamosas tem maior relação com a doença do refluxo gastroesofágico.
62. A disfagia é o sintoma mais comum, e 74% dos pacientes com neoplasia esofágica apresentam essa sintomatologia.