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O desafio da assistência prestada por profissionais de saúde a pacientes “fora de possibilidade de cura” está no alcance do equilíbrio necessário entre o conhecimento científico e a humanização, como forma de se valorizar a dignidade da vida humana e a possibilidade de se morrer em paz.
Quando o objetivo do tratamento contra o câncer não for mais a cura, mas sim a paliação das consequências da doença e a melhora da qualidade de vida do paciente, não será mais possível a indicação de quimioterapia.