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A farmácia caseira não pode ser um depósito aleatório de medicamentos armazenados sem nenhum critério e cuidado. Também não deve acumular sobras de remédios que não foram totalmente utilizados, nem frascos com restos de xaropes, colírios, gotas nasais ou para aplicar no ouvido (orelha), ou de suspensões e soluções injetáveis. Sob a forma líquida de apresentação, os medicamentos são sempre mais instáveis do que no estado sólido e têm prazo de validade encurtado, especialmente se a embalagem original tiver sido aberta ou violada.
Sempre vale repetir que remédios devem ser guardados fora do alcance das crianças e longe da umidade, do calor e da exposição solar. Além disso, é fundamental que, periodicamente, sejam descartados os produtos com prazo de validade vencido ou em desuso há muito tempo.
Nessa tarefa, é preciso redobrar os cuidados. Nada de jogar os remédios no lixo comum da residência, no ralo da pia ou no vaso sanitário, porque os medicamentos possuem substâncias químicas que podem contaminar a água e o solo. Remédios vencidos e restos de medicamento que não serão mais utilizados devem ser levados até um ponto de coleta credenciado pela Anvisa, em geral, uma farmácia ou drogaria nas proximidades da residência. Esse processo de os medicamentos vencidos retornarem às farmácias a fim de que tenham a destinação final adequada é chamado de logística reversa.
De acordo com a norma-padrão e as questões gramaticais referentes ao período “Sempre vale repetir que remédios devem ser guardados fora do alcance das crianças e longe da umidade, do calor e da exposição solar.” (linhas de 11 a 13), assinale a alternativa correta.