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Entre estas pessoas que começaram a educar os surdos, algumas acreditaram que a primeira etapa da educação deles devia ser um ensino da língua falada, adotando uma metodologia que ficou conhecida como "método oralista puro”. Outras utilizaram a língua de sinais, já conhecida pelos alunos, como meio para o ensino da fala. Foi o chamado "método combinado”. (Felipe, 2007 p.298). Entre os adeptos a dessa segunda proposta, o mais importante no ponto de vista do desenvolvimento da Língua Brasileira de Sinais foi: