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Os escravizados jamais abriram mão de serem agentes e senhores de suas vidas. Em primeiro lugar, criaram entre si laços de afeição, associações religiosas e sociais, e redes. Viajantes anotaram que os cativos estabeleciam relações ternas com esposas e filhos dos senhores, e mantinham solidariedade com os "malungos", nome dado aos companheiros de viagem pelo Atlântico.
Além dos laços afetivos e formação de associações, os escravizados negros no Brasil colonial reagiram ao cotidiano violento através de(da):