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"Aos doze anos o pequeno romano de boa família deixa o ensino elementar; aos catorze, abandona as vestes infantis e tem o direito de fazer tudo que um jovem gosta de fazer; aos dezesseis ou dezessete, pode optar pela carreira pública, entrar no Exército [...]." ARIÈS, Philippe e DUBY, Georges. História da vida privada: do Império Romano ao Ano Mil, 2009.
Da vida de um adolescente romano na antiguidade ocidental, de acordo com os aspectos apresentados e conhecimentos sobre o assunto, pode-se afirmar corretamente que: