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Mulher, 19 anos, procurou a unidade de saúde para consulta de rotina com endocrinologista por hipercolesterolemia familiar. Na unidade, aproveitou que estava com dor de cabeça intensa há um dia, pulsátil, hemicraniana, com foto e fonofobia e pediu algum medicamento. O médico prescreveu 2 g de dipirona e 10 mg de metoclopramida por via endovenosa. Após 30 minutos, a paciente apresentou mal-estar e placas cutâneas elevadas eritemato-pruriginosas em tronco. Seu exame físico era normal, exceto pela alteração cutânea, incluindo sinais vitais. A conduta correta neste momento é: