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(...) Finalmente o levaram fora e lhe quebraram a cabeça, e junto com ele mataram outro seu contrário, os quais logo despedaçaram com grandíssimo regozijo, máxime das mulheres, as quais andavam cantando e bailando: umas lhe espetavam com paus agudos os membros cortados, outras untavam a mão com a gordura deles e andavam untando as caras e bocas às outras, e tal havia que colhia o sangue com as mãos e o lambia, espetáculo abominável, de maneira que tiveram uma boa carniçaria com que se fartar”.
A prática descrita por José de Anchieta era relativa ao seguinte aspecto de algumas das sociedades originárias no território brasileiro: