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“Espécie herbácea perene que se desenvolve em todo o País, vegetando em áreas ocupadas com olericultura. Considerada a mais agressiva das tiriricas. Possui caules do tipo bulbo e rizoma longo, com engrossamentos arredondados em determinadas partes da sua extensão. As folhas da base da planta são em número de 3 a 5, pouco menores que o eixo da inflorescência, todas lineares. O eixo principal da inflorescência é de forma triangular, contendo em seu ápice 3 brácteas, mais longas que os eixos secundários e semelhantes às folhas basais, uma delas destacando-se pelo seu comprimento. As brácteas de menor tamanho e filiformes podem aparecer junto aos eixos secundários. Inflorescência do tipo espiga lanceolada, vermelho-ferrugínea, assentada sobre 5 a 6 eixos secundários. Flores aglomeradas nas espigas, não vistosas, desprovidas de perianto, gineceu gamocarpelar com estilete trífido, androceu com 3 estames. Parte dos órgãos reprodutivos pode ser evidenciada em plantas com inflorescências jovens. Fruto do tipo núcula. A observação do porte da planta e do sistema subterrâneo, nos quais ocorre um emaranhado de rizomas dotados de pseudotubérculos e o conjunto de brácteas e espigas permitem determinar a espécie. Propaga-se por meio de sementes, de bulbos e por meio dos engrossamentos dos rizomas, os quais contêm gemas.” A espécie descrita anteriormente denomina-se: