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Após dois anos de análise, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico apontou que os planos de recursos hídricos no Brasil são “tigres de papel”, porque não definem prioridades ou critérios para orientar as decisões na divisão pelo uso da água e não levam em consideração eventos cíclicos, como as secas. Isso faz com que as consequências de mudanças climáticas também não fiquem claras. Desta forma, a expressão entre aspas neste trecho foi determinada para