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“Arte contemporânea contra o fluxo das coisas e, no entanto, arte contemporânea que em pouco tempo sumirá dessa fachada, ela também – uma arte que aceita sumir. A eterna precariedade dos céus encontra-se com a transitoriedade da arte atual, em harmonia passageira.” (Utuari, 2012, p. 39.)
Estas são palavras do curador Teixeira Coelho, ao comentar a obra da artista Regina Silveira “Tramazul”, exposta na fachada do Masp, em 2010. As palavras do curador definiram a obra da artista Regina Silveira como