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A tabela apresenta algumas das muitas relações que podem ser estabelecidas entre declividades, morfologia, processos de erosão e atividades passíveis de serem desenvolvidas; analise-a.
| Declividades | Morfologia | Processo de erosão | Atividades |
|---|---|---|---|
| I. 0°–2°. 0% a 3,5%. Terreno plano ou quase plano. | Paredões e escarpas em canhões ou vales muito encaixados, cornijas. | Quedas em massa, escorregamentos, colapsos. | Limite para uso florestal. |
| II. Maior que 35° maior que 70°. Terreno muito íngreme ou escarpado. | Planície aluvial (várzea), terraço fluvial, superfície de erosão. | Sem perdas de solos e escorregamentos. | Agricultura mecanizada, urbanização, infraestruturas viárias. |
| IV. 25°–35°. 46,6% a 70%. Terreno íngreme ou abrupto. | Encosta de morros, relevos estruturais monoclinais do tipo cuesta. | Movimentos de massa, escoamento laminar, creep, escorregamentos. Sulcos, ravinas. | Agricultura com conservação moderada a intensiva. Mecanização impossível maior 7°. Pouco apto a urbanização e infraestruturas. |
| V. 2°–5° a 8,7%. Declividade fraca. | Ondulações suaves, fundos de vale, superfícies tabulares. | Início de solifluxão, escoamento difuso e laminar. Sulcos. | Agricultura com conservação ligeira. Aceitável para urbanização. |
(Granell- Pérez, Maria del Carmen. Trabalhar geografia com as cartas topográficas. 2ª ed. Ijuí: Ed. Unijuí, 2004 p. 78. Adaptado.)
A partir de uma análise crítica da tabela anterior, é correto afirmar que a única associação correta pode ser encontrada apenas na alternativa